A promoção do Brasil a “investment grade” pela Standard & Poors traz uma dose adicional de apreciação cambial e uma rodada adicional de lucros aos invesidores interacionais.
O que provoca a apreciação cambial, fundamentalmente tem sido o diferencial entre juros internos e externo para títulos brasileiros. Com a elevação da taxa Selic, esse diferencial aumentou, trazendo o dólar mais para baixo.
O ponto de equilíbrio desceu abaixo de R$ 1,70.
Com o “investment grade” significa que a taxa internacional dos títulos brasileiros cairá – já que o componente “risco” diminuirá. Cairá um pouco mais com a decisão do FED Americano de reduzir em 0,25 ponto percentual a taxa básica de juros. E mais ainda porque, com a classificação, os fundos poderão destinar uma fatia maior de seus ativos para aplicar no país.
Finalmente, observando esses movimentos, haverá mais capital especulativo surfando nas ondas dos juros altos + desvalorização do real – que proporciona um duplo ganho. Nesse movimento, cai o dólar mais ainda, sobe a Bolsa no curto prazo, mas o deficit nas contas externas se amplia de forma mais acelerada. É essa avaliação sobre as contas externas que impedirá o Mercado de apostar mais firmemente na queda do dólar.
Mais ainda: o Banco Central se verá ante um dilema. Ao subir a taxa Selic, sua intenção foi reduzir as taxas de juros de médio prazo. Com o “investent grade” as taxas deverão cair, deixando-o em um dilema: aumentar mais ainda a Selic? Nessa andar da carruagem, qual a nova projeção para as contas externas?
Esses dilemas marcarão a política econômica nas próximas semanas. Certamente haverá pressão para que as taxas de juros internos convirjam para as taxas dos emergentes.
Do olhoseternos
30/04/2008
24/04/2008
IBGE: desemprego de 8,6% em março é o menor desde 2002
A taxa de desemprego de 8,6% apurada pelo IBGE em março de 2008 foi a menor para um mês de março da série histórica da pesquisa, iniciada em março de 2002. Segundo o gerente da pesquisa mensal de emprego, Cimar Azeredo, a variação da taxa de março em relação a de fevereiro (8,7%) não é considerada "estatisticamente significativa" e o IBGE considera que houve estabilidade na taxa de um mês para o outro.
O IBGE divulgou também que a queda de 14,1% no número de trabalhadores desocupados em março, ante igual mês de 2007, foi o maior recuo apurado ante igual mês do ano anterior desde agosto de 2005.
Massa salarial
A massa de rendimento médio real habitual dos ocupados, que é a soma de todos os rendimentos de todos os ocupados, chegou a R$ 25,5 bilhões em março, com aumento de 0,5% ante fevereiro e alta de 6,3% ante março de 2007.
O IBGE divulgou ainda que o rendimento médio real domiciliar per capita, nas seis regiões metropolitanas pesquisadas, ficou em R$ 769,38 em março, com alta de 0,8% ante fevereiro e de 4,6% na comparação com março do ano passado.
Agência Estado
O IBGE divulgou também que a queda de 14,1% no número de trabalhadores desocupados em março, ante igual mês de 2007, foi o maior recuo apurado ante igual mês do ano anterior desde agosto de 2005.
Massa salarial
A massa de rendimento médio real habitual dos ocupados, que é a soma de todos os rendimentos de todos os ocupados, chegou a R$ 25,5 bilhões em março, com aumento de 0,5% ante fevereiro e alta de 6,3% ante março de 2007.
O IBGE divulgou ainda que o rendimento médio real domiciliar per capita, nas seis regiões metropolitanas pesquisadas, ficou em R$ 769,38 em março, com alta de 0,8% ante fevereiro e de 4,6% na comparação com março do ano passado.
Agência Estado
14/04/2008
Extra, Extra - Área na Bacia de Santos pode ter até 5 vezes o volume de Tupi
"Se isso for confirmado, será a maior descoberta já feita no mundo", disse o diretor em apresentação no IV Seminário de Petróleo e Gás no Brasil, promovido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O campo "poderá se transformar no terceiro maior de produção de petróleo no mundo."Em sua apresentação, Lima identificou a área de "Pão de Açúcar" como sendo localizada apenas no bloco BM-S-9. A operadora desse bloco é a Petrobras com 45% de participação, em parceria com a BG (30%); e a Repsol (25%).
Os primeiros indícios de hidrocarbonetos localizados nessa área foram informados à ANP em agosto do ano passado, mas sem a revelação do volume identificado no local.
No momento, uma nova sonda está perfurando novamente a área, que também é conhecida como "Carioca". Porém, segundo analistas de mercado, a acumulação de "Pão de Açúcar/Carioca" se estenderia também pelos blocos BM-S-8, BM-S-21, e BM-S-22. Destes, apenas o último não é operado pela Petrobras, e sim pela Exxon.
Por Justo - olhoseternos
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