30/07/2008

Balança registra recorde de exportações na quarta semana de julho

A balança comercial brasileira registrou, na quarta semana de julho (entre os dias 21 e 27), exportações de US$ 5,431 bilhões, com média diária de US$ 1,086 bilhão, valor que é recorde histórico para desempenhos semanais. As importações, no mesmo período, somaram US$ 3,993 bilhões (média diária de 798,6 milhões), o que resultou num superávit comercial (diferença entre o valor exportado e o importado) de US$ 1,438 bilhão. O resultado do saldo é o segundo melhor do ano. Perde apenas para a segunda semana de maio, quando foi de US$ 1,471 bilhão. A corrente de comércio (soma das exportações com as importações) apresentada no período totalizou US$ 9,424 bilhões.

Pelo critério da média diária, as exportações da quarta de julho semana ficaram 28,4% acima da média registrada no mês até a terceira semana (US$ 846 milhões). Nessa comparação, houve crescimento nos embarques de básicos (+59,4%) e semimanufaturados (+49,2%). Entretanto, as vendas de produtos manufaturados caíram 5,9%.

As importações no período, na mesma comparação, cresceram 13,5%, principalmente, em função dos gastos com equipamentos mecânicos, aparelhos eletroeletrônicos, adubos e fertilizantes, químicos orgânicos e inorgânicos, instrumentos de ótica e precisão e produtos siderúrgicos.

Mês

Até o dia 27 de julho, com 19 dias úteis, as exportações brasileiras somaram US$ 17,275 bilhões, com média diária de US$ 909,2 milhões. O valor é 41,7% maior que a média diária registrada em todo o mês de julho do ano passado (US$ 641,8 milhões), em função do crescimento das vendas das três categorias de produto: básicos (+71,4%) – com destaque para grão e farelo, petróleo em bruto, carnes suína, bovina e de frango e minérios de ferro e de cobre –; semimanufaturados (+59,5%) – principalmente semimanufaturados de ferro e aço, óleo de soja em bruto, ferro-ligas, celulose e ferro fundido em bruto – e manufaturados (+14,7%) – em razão de álcool etílico, fio-máquina de ferro e aço, motores e geradores, óleos combustíveis, máquinas e aparelhos para terraplanagem, autopeças, tratores e veículos de carga.

A média diária das exportações, até a quarta semana do mês de julho, foi 2,7% maior que a apresentada no mês de junho último (US$ 885,4 milhões). Nessa comparação, foram verificados incrementos nos embarque de semimanufaturados (+32,3%) e básicos (+5,2%). As vendas internacionais de manufaturados, entretanto, registraram queda de 6,8%. As exportações nos meses de julho de 2007 e de junho de 2008 totalizaram US$ 14,119 bilhões e US$ 18,594 bilhões respectivamente

As importações brasileiras, até o dia 27, totalizaram US$ 13,848 bilhões, média diária de US$ 728,8 milhões. Nas quatro semanas de julho, o desempenho das importações ficou 48,8% acima do apresentado como média diária em todo o mês de julho de 2007 (US$ 489,8 milhões), em função de aumento das compras de adubos e fertilizantes (+158,8%), veículos automóveis e partes (+84,4%), siderúrgicos (+77,4%), equipamentos elétricos e eletrônicos (+53,7%), equipamentos mecânicos (+53,5%), químicos orgânicos e inorgânicos (+42,1%) e combustíveis e lubrificantes (+35,2%). As compras brasileiras no mercado internacional somaram US$ 10,776 bilhões em julho de 2007.

As importações no mês de julho, até a quarta semana, foram 3,6% menor que a média diária registrada no mês de junho último (US$ 756 milhões), devido a retração nos desembarques de produtos farmacêuticos (-21,7%), combustíveis e lubrificantes (-18,1%), adubos e fertilizantes (-9,4%), plásticos (-5,7%) e químicos orgânicos e inorgânicos (-4,9%). As importações totalizaram US$ 15,875 bilhões em junho deste ano.

Nas quatro semanas de julho, o saldo comercial foi superavitário em US$ 3,427 bilhões, o que representou um desempenho médio diário de US$ 180,4 milhões. Por esse critério, ao se comparar com o saldo apresentado em todo mês de julho de 2007 (média diária de US$ 152 milhões), observou-se um incremento de 18,7%. Ao se fazer a mesma comparação com o desempenho em junho de 2008 (média diária de US$ 129,5 milhões), a alta registrada no desempenho médio diário foi de 39,3%. Os superávits comerciais em julho de 2007 e junho de 2008 foram US$ 3,343 bilhões e US$ 2,719 bilhões, respectivamente.

Ano

No ano, até a quarta semana de julho, a balança comercial registrou saldo comercial de US$ 14,777 bilhões (média diária de US$ 104,1 milhões). Pelo critério da média diária, o superávit comercial ficou 37,1% menor que o registrado no mesmo período do ano passado (US$ 165,5 milhões). De janeiro à quarta semana de julho de 2007, o superávit registrado era de US$ 23,829 bilhões.

As exportações somaram US$ 107,920 bilhões, com média diária de US$ 760 milhões, um incremento de 26,9% sobre o desempenho médio diário das exportações apresentado no mesmo período de 2007 (US$ 599 milhões).

Na mesma comparação, observou-se um crescimento de 51,3% nas importações brasileiras que saíram de uma média diária de US$ 489,8 milhões de janeiro até a quarta semana de julho do ano passado para US$ 756 milhões em 2008. No período, as importações somaram em 2007 US$ 62,426 e, em 2008, US$ 93,143 bilhões.

Clique aqui e acesse os dados.

Site do MDIC

26/07/2008

Pimentel obtém a sua melhor avaliação

A cinco meses de deixar o comando da Prefeitura de Belo Horizonte após quase sete anos, a avaliação da gestão Fernando Pimentel (PT) atingiu o maior percentual entre os eleitores da capital mineira: 74% de ótimo e bom, segundo pesquisa Datafolha. 20% consideram a gestão regular e 5%, ruim e péssima. A nota média atribuída a ele foi de 7,4.

Realizada nos últimos dias 23 e 24, a pesquisa indica que a avaliação do petista cresceu cerca de dez pontos percentuais desde maio de 2006. Naquela ocasião, sua gestão foi considerada ótima e boa por 64% dos entrevistados.

Nas três pesquisas seguintes, a avaliação da gestão oscilou negativamente e positivamente.

A gestão Pimentel nos últimos anos tem sido marcada por grandes obras na cidade, quase sempre com em parcerias com os governos estadual e federal.

Por PAULO PEIXOTO

25/07/2008

Inflação desacelerou mais que o esperado em julho

A inflação medida pelo IPCA-15 desacelerou mais que o esperado em julho, uma boa notícia para o Banco Central, que decidiu na véspera elevar a taxa básica de juro para 13 por cento, numa tentativa de combater a contínua alta dos preços.

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) teve variação de 0,63% em julho, abaixo da variação de 0,90% registrada em junho. Com esse resultado, o índice situa-se em 4,33% no ano, acima de igual período de 2007 (2,42%). Com 6,30% no acumulado dos últimos 12 meses, também ficou acima dos 12 meses imediatamente anteriores (5,89%).

Apesar de continuar a ser responsável pela maior parte do índice mensal, o grupo alimentação e bebidas apresentou desaceleração na taxa de aumento de preços, que passou de 2,30% em junho para 1,75% em julho. Mesmo assim, com 0,40 ponto percentual de contribuição, os produtos alimentícios foram responsáveis por 63% do IPCA-15 do mês.

Produtos importantes no consumo familiar tiveram altas menos intensas de um mês para o outro ou até mesmo queda de preços. O quilo do arroz, que havia aumentado 17,09% em junho, teve crescimento de 2,82% em julho. O pão francês, de 3,43% passou para 0,11%. A farinha de trigo, que teve seu preço acrescido em 6,95% em junho, no mês de julho apresentou recuo de 1,06%.

Entre os aumentos, os principais destaques nos alimentos ficaram com o feijão preto (de 5,45% em junho para 6,74% em julho), feijão carioca (de -0,59% para 17,07%), carnes (de 5,35% para 6,86%) e refeição fora do domicílio (de 1,55% para 1,89%).

O grupo alimentação e bebidas não foi o único a mostrar desaceleração no IPCA-15 de junho para julho. Dos nove agrupamentos de produtos e serviços que participam na composição do índice, apenas um, o de transportes, apresentou variação crescente de junho para julho, tendo em vista, principalmente, o aumento ocorrido na gasolina (de -0,23% para 0,79%). A seguir, os resultados.
Gráficos aqui. Fonte:IBGE

Por: Helena™

23/07/2008

Ibope confirma força de Marta entre eleitores de baixa renda

A história se repete, diz a nova pesquisa do Ibope sobre a sucessão municipal em São Paulo. Os pontos fortes de Marta Suplicy estão na população de mais baixa renda (até 5 salários mínimos), mais baixa escolaridade (até a 8ª série do ensino fundamental) e, quase sempre, entre os mais jovens. Já as forças de Geraldo Alckmin e Gilberto Kassab — que se originam na mesma liga político-partidária — aumentam à medida que a pesquisa sobe dos segmentos de renda e escolaridade médios para altos.

Um bom exemplo disso é que Marta registrou 43% de preferência de voto entre os que têm da 5ª à 8ª séries, mas ficou com 21% entre os que têm ensino superior. Subiu a 39% entre os que ganham até 2 salários mínimos, mas caiu para 26% entre os que recebem acima de 5 salários mínimos. Os índices de Alckmin, no sentido inverso, variaram de 24% (entre os que têm da 5ª à 8ª séries) a 42% (entre os que têm ensino superior).

Kassab, no mesmo compasso da linhagem tucana, fica com 7% entre os que cursaram até a 8ª série, mas chega a atingir 16% entre os que têm ensino superior. Entre os que ganham até 5 salários mínimos, não passa de 9% — mas vai bater em 14% entre os que ganham acima de 5 salários mínimos.

Marta, curiosamente, é a candidata dos homens: ostenta uma preferência de 36% entre os eleitores do sexo masculino e de apenas 32% no universo eleitoral feminino, que ela tanto defendeu em seus tempos de sexóloga. Já com Alckmin funciona ao contrário: seu potencial de votos é sustentado, basicamente, pelo eleitorado feminino, que lhe promete uma preferência de 35%. Os homens lhe atribuem apenas 27%.

Nas simulações de segundo turno aparecem com clareza os pontos fortes e fracos dos candidatos. Marta venceria Alckmin com certa facilidade (49% a 41%) entre os que têm até a 4ª série do ensino fundamental; mas perderia feio (61% a 31%) entre os que têm curso superior. Sua fragilidade nos segmentos de mais alta renda e escolaridade é tão grande que ela perderia até para Kassab num hipotético segundo turno por 56% a 32% entre os que têm curso superior.

Incógnitas

A pesquisa traz duas incógnitas, registra Márcia Cavallari, diretora do Ibope. Uma delas é que a maior força de Marta e do PT não aparece claramente no segmento extremo de mais baixa escolaridade (até a 4ª série do ensino fundamental), como aconteceu nas disputas eleitorais de 2004 e 2006, mas no segmento ligeiramente acima do extremo.

Na simulação de primeiro turno, Marta alcançou 43% no segmento que vai da 5ª à 8ª séries e apenas 35% entre os que cursaram até a 4ª série; em sentido inverso, o desempenho de Alckmin é melhor no segundo segmento citado (26%) e pior no primeiro (24%).

A segunda incógnita é a baixa intenção de voto em Kassab, uma vez que ele continua recebendo uma boa avaliação do eleitorado, segundo demonstra a pesquisa: 36% dos paulistanos a consideram ótima ou boa (índice menor que a preferência de voto por Marta), 34% a reputam regular e 28% dizem que é ruim ou péssima. Isso quer dizer que 26% dos paulistanos consideram sua gestão ótima ou boa, mas não decidiram votar nele.

Do vermelho.org com informações da Agência Estado

18/07/2008

Competência - Emprego formal bate recorde no mês de junho

A criação de empregos com carteira assinada bateu recorde histórico em junho e no primeiro semestre. No mês, foram criados 309,4 mil empregos. É o melhor resultado da história para um mês desde 1992, início da série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), segundo informou ontem Ministério do Trabalho e Emprego. O número é 70,3% maior do que o apurado em igual mês de 2007, quando somaram 181,6 mil. O recorde anterior foi apurado em abril do ano passado, com criação de 301,9 mil vagas.

Puxado pelo aquecimento da economia, foram criados 1,361 milhão de postos de trabalho no primeiro semestre deste ano. O número é 24,3% maior do que o de igual etapa do ano anterior (1,095 milhão). Outro número inédito observado nos dados do Caged é o dos últimos 12 meses, encerrados em junho, ao atingir 1,883 milhão de novas vagas formais, 5,12% a mais quando se compara com a mesma etapa anterior.

Ao comemorar o resultado -inclusive dos últimos 12 meses -, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, disse acreditar que este ano o Brasil deva criar mais de 2 milhões de empregos, diante dos indicadores econômicos positivos divulgados até agora. Portanto, acima da previsão anterior, de 1,8 milhão.

"Estou muito otimista. O desempenho de junho me faz ir além; devemos alcançar o recorde histórico de 2 milhões de empregos formais no ano", disse Lupi, ao anunciar os dados.

Segundo o ministro, o mercado de trabalho mostrou no mês passado um comportamento "inédito". Pois, diz, tradicionalmente em junho ocorre desaceleração no número de novos postos em relação a maio.

De acordo com os dados, o estoque total de emprego formal no Brasil passou de 28,9 milhões, no fim de 2007, para 30,37 milhões de pessoas no mês passado.

O ministro afirmou que a criação de empregos em junho foi generalizada. Atingiu a quase todos os setores da economia. No semestre, os destaques foram os setores de serviços, com 438,8 mil novos empregos. A indústria de transformação, com 317,9 mil. Agricultura, com 227 vagas. E a construção civil, com 197,1 mil postos.

Para o ministro do Trabalho, a criação de emprego é homogênea e atinge todas as áreas, o que demonstra a "força da economia brasileira. "Não existe bolha de crescimento pontual em um único setor".

Disse ainda que mesmo diante da crise mundial pela qual passa o setor alimentos, o setor no Brasil permanece gerando empregos. "Somos os maiores exportadores de alimentos, temos muita terra para produzir e a característica continental favorece a isso".

Em junho, por exemplo, destacou o ministro, o setor agrícola apresentou o maior número de empregos novos. Foram 92,5 mil a mais (ou 5,67%), um resultado recordes para o mês, influenciados pelos fatores sazonais. Tais como as colheitas de café e de frutas cítricas.

Lupi informou que também em junho todos os setores econômicos elevaram o número de empregados. A exceção foi do segmento de ensino, em razão do período de férias. Houve redução de 1,718 mil vagas no setor, mas ainda menor do que as perdas de 3,3 mil observadas em igual mês do ano passado.

Por: Helena™

12/07/2008

Competência - País pode dobrar produção de alimentos em 8 anos, diz ministro

O ministro do Planejamento Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, considerou possível o Brasil trabalhar para dobrar sua produção de alimentos num horizonte de oito a 10 anos. Ele fez essas afirmações levando em consideração a alta dos preços dos produtos alimentícios no mercado internacional e argumentando que a demanda cresceu e continuará a expandir-se principalmente em países como Índia, China e Brasil. "Para um país produtor rural essa é, evidentemente, uma grande oportunidade", comentou.

Sobre a volatilidade nos preços, o ministro Bernardo questionou se é razoável supor que haverá baixa. "Não devemos ter medo e devemos adotar mecanismos para proteção em períodos de sazonalidade", disse, citando o aumento de armazenamento de produtos, garantia de preços e aumento da tecnologia para tornar a produtividade mais elevada.

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta quinta pelo IBGE, desacelerou para 0,74% em junho, sendo que o grupo de alimentos contribuiu com 0,47 ponto porcentual, ou 63% da inflação apurada no mês. Os produtos alimentícios registraram alta de 2,11% no IPCA em junho, ante 1,95% em maio. Os alimentícios já acumulam alta de 8,64% no primeiro semestre e de 15,79% em 12 meses.

O ministro fez estas afirmações a jornalistas após participar da Conferência O Impacto do Brasil na Economia Global, promovida pela Sociedade Americana (Americas Society) e o Conselho das Américas (Council of the Americas) em conjunto com o Movimento Brasil Competitivo.

Fonte: Agência Estado

07/07/2008

Pesquisa: Autoridades apóiam ingresso do Brasil no G8

Uma pesquisa realizada pelo instituto de pesquisas políticas Brookings Institution, de Washington, apontou que 63% das autoridades de 16 países são a favor de uma versão ampliada do G8, com a inclusão de Brasil, Índia, China, África do Sul e México.

A enquete mostrou ainda que 85% dos consultados acreditam que o mundo precisa de ''um mecanismo que atue como um guia global'', mas que ''apenas 15% acreditam que o G8 esteja desempenhando esta tarefa''.

O G8 é o grupo que reúne as sete economias mais industrializadas do mundo, mais a Rússia. O grupo realiza atualmente, na Ilha de Hokkaido, no Japão, sua reunião anual, e o Brasil participa como país convidado.

Na pesquisa, foram ouvidas 76 autoridades governamentais e especialistas de 16 países de economias desenvolvidas e emergentes, entre eles Brasil, Estados Unidos, Alemanha, Grã-Bretanha, França, Argentina, Rússia e China.

Percepção do G8

De acordo com a pesquisa, somente 10% acredita que o G8 ''seja visto pela opinião pública mundial como um mecanismo efetivo de cooperação internacional'' e apenas 8% julga que ''a composição do G8 é vista pela opinião pública mundial como sendo 'legítima'''.

A enquete também mostrou que, entre os americanos consultados, 67% acreditam que o próximo presidente dos Estados Unidos deve manifestar apoio à idéia de que a próxima reunião do G8, em 2009, na Itália, conte com uma versão expandida do órgão.

O número é ainda maior, 85%, quando analisados todos os demais países ouvidos na enquete, em relação ao papel do próximo líder americano na defesa de que o próximo encontro do G8 ocorra com uma versão ampliada do grupo.

A pesquisa diz que até 2050, 8 bilhões entre 9 bilhões de pessoas no planeta virão de países não-ocidentais e que apenas 1 bilhão virá das nações industrializadas do Ocidente.

''Os encontros do G8 visam lidar com desafios globais, mas a maioria global não está presente, atualmente'', diz o estudo.

Análise

A enquete foi conduzida por Colin Bradford, pesquisador-associado do Brookings Institution, e a análise dos dados contidos na pesquisa constam do estudo "Os Estados Unidos e a Reforma de Fóruns Internacionais em uma Era de Transformação", também assinado por Bradford.

De acordo com ele, ''a estrutura de reunião do G8 é obsoleta, uma aberração do século 20, posando, em pleno século 21, como um grupo capaz de exercer liderança global, em um mundo em que os países do G8 são uma clara minoria em termos de população, cultura, religião e tamanhos de suas economias''.

O pesquisador afirma que ''enquanto o G8 seguir com a pretensão de decidir pelo planeta, a divisão 'nós contra eles' continuará a ser a que prevalecerá contra um mecanismo válido de governança global''.

Fonte: Terra