25/01/2009
18/01/2009
Usando a crise para criar uma vantagem competitiva 'impossível'
Como se beneficiar de uma crise é o assunto de um novo livro dos consultores de negócios internacionais Andreas Buchholz, Wolfram Wordemann e Ned Wiley, com o
título "The Impossible Advantage - Winning the Competitive Game by
Changing the Rules" (A Vantagem Impossível - Como ganhar o jogo
competitivo mudando as regras), o qual acaba de ser publicado pela
John Wiley&Sons em 16 de janeiro.
"As condições incertas ou críticas do mercado oferecem as melhores
oportunidades para extirpar as regras convencionais do jogo e
transformar as relações de poder prevalecentes", argumentam os
autores. Em ambientes turbulentos de mercado, os clientes tendem a
"mudarem rapidamente" suas atitudes, valores e preferências de
maneira dramática: eles abandonam padrões estabelecidos de compras e
de comportamento de maneira impensável durante anos bons e estáveis.
Isto pode criar oportunidades únicas para os participantes que agirem
rapidamente para obterem uma vantagem competitiva anteriormente
considerada como "impossível".
Durante a atual crise dos fabricantes dos mega-utilitários SUV nos
Estados Unidos, por exemplo, os fabricantes japoneses como a Toyota e
a Honda exploraram o colapso do setor para derrubar a hegemonia dos
fabricantes norte-americanos e colocar seu SUV "aspirante" mais
econômico -- enobrecido e celebrado como a nova geração Crossover --
em alturas "impossíveis". "As crises podem transformar perdedores sem
esperanças em vencedores permanentes", dizem os autores. Agora seria
uma época ideal para os gerentes e os empreendedores retornarem às
suas pranchetas e determinarem como criar vantagem competitiva
"impossível" para suas próprias companhias.
Os autores distinguem quatro estratégias de "Mudança do Jogo" que
qualquer companhia pode empregar durante uma crise ou recessão para
desbancar os líderes do mercado e obter um diferencial competitivo
revolucionário. Até empresas de pequeno e médio porte podem tomar o
controle de seus mercados e fazer com que os competidores de maior
porte joguem o Jogo de acordo com regras totalmente novas.
O novo e extraordinário aspecto destas estratégias de "Mudança do
Jogo" durante períodos de crise é o de que as companhias não precisam
necessariamente de uma espetacular inovação do produto, orçamentos
enormes ou o poder de uma companhia multinacional para tomar o
controle do seu mercado, desbancar os líderes de longa data do
mercado e transformar as relações de poder prevalecentes.
Os autores Buchholz, Wordemann e Wiley conquistaram sua experiência
no mercado na Procter & Gamble. Atualmente Buchholz e Wordemann são
consultores de negócios internacionais atendendo a uma grande
variedade de corporações internacionais de destaque. Wiley é Diretor
Gerente de uma divisão da Axel Springer, uma das maiores companhias
de mídia do mundo.
C/ Agências
título "The Impossible Advantage - Winning the Competitive Game by
Changing the Rules" (A Vantagem Impossível - Como ganhar o jogo
competitivo mudando as regras), o qual acaba de ser publicado pela
John Wiley&Sons em 16 de janeiro.
"As condições incertas ou críticas do mercado oferecem as melhores
oportunidades para extirpar as regras convencionais do jogo e
transformar as relações de poder prevalecentes", argumentam os
autores. Em ambientes turbulentos de mercado, os clientes tendem a
"mudarem rapidamente" suas atitudes, valores e preferências de
maneira dramática: eles abandonam padrões estabelecidos de compras e
de comportamento de maneira impensável durante anos bons e estáveis.
Isto pode criar oportunidades únicas para os participantes que agirem
rapidamente para obterem uma vantagem competitiva anteriormente
considerada como "impossível".
Durante a atual crise dos fabricantes dos mega-utilitários SUV nos
Estados Unidos, por exemplo, os fabricantes japoneses como a Toyota e
a Honda exploraram o colapso do setor para derrubar a hegemonia dos
fabricantes norte-americanos e colocar seu SUV "aspirante" mais
econômico -- enobrecido e celebrado como a nova geração Crossover --
em alturas "impossíveis". "As crises podem transformar perdedores sem
esperanças em vencedores permanentes", dizem os autores. Agora seria
uma época ideal para os gerentes e os empreendedores retornarem às
suas pranchetas e determinarem como criar vantagem competitiva
"impossível" para suas próprias companhias.
Os autores distinguem quatro estratégias de "Mudança do Jogo" que
qualquer companhia pode empregar durante uma crise ou recessão para
desbancar os líderes do mercado e obter um diferencial competitivo
revolucionário. Até empresas de pequeno e médio porte podem tomar o
controle de seus mercados e fazer com que os competidores de maior
porte joguem o Jogo de acordo com regras totalmente novas.
O novo e extraordinário aspecto destas estratégias de "Mudança do
Jogo" durante períodos de crise é o de que as companhias não precisam
necessariamente de uma espetacular inovação do produto, orçamentos
enormes ou o poder de uma companhia multinacional para tomar o
controle do seu mercado, desbancar os líderes de longa data do
mercado e transformar as relações de poder prevalecentes.
Os autores Buchholz, Wordemann e Wiley conquistaram sua experiência
no mercado na Procter & Gamble. Atualmente Buchholz e Wordemann são
consultores de negócios internacionais atendendo a uma grande
variedade de corporações internacionais de destaque. Wiley é Diretor
Gerente de uma divisão da Axel Springer, uma das maiores companhias
de mídia do mundo.
C/ Agências
14/01/2009
Amorim: Brasil se solidariza com os palestinos e exige fim do morticínio
“O Brasil quer manifestar seu sentimento de solidariedade com os palestinos, porque são os que mais estão sofrendo nesta guerra, e estimular os esforços internacionais para alcançar a paz”, disse Amorim.
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, durante reunião, nesta segunda-feira (12), com o primeiro-ministro da Autoridade Nacional Palestina, Salam Fayyad, e com o ministro dos Negócios Estrangeiros, Riad Malki, em Ramallah, na Cisjordânia.“O povo palestino, mulheres, crianças, todo dia têm morrido, isso tem que parar rapidamente, essa é a opinião de toda a comunidade internacional”.
Na madrugada do dia 11, o avião da Força Aérea Brasileira (FAB), com 14 toneladas de alimentos e remédios para os palestinos vítimas do exército israelense na Faixa de Gaza, chegou à cidade de Amã, na Jordânia, no aeroporto internacional de Marka. De Amã, o material será transportado, via terrestre, até a área atingida pelos bombardeios pela Associação Hashemita de Caridade, organização ligada ao governo jordaniano.
“Esta doação é um gesto, fundamentalmente, de solidariedade materializada do povo brasileiro a essas pessoas que estão em grande dificuldade”, disse o embaixador brasileiro em Amã, Fernando José Marroni de Abreu.
Entre os alimentos, estão leite, macarrão e sardinha. Da carga de remédios fazem parte medicamentos de reidratação oral, ansiolíticos e analgésicos. Desse volume, três toneladas foram produzidas pelo Laboratório Químico-Farmacêutico da Aeronáutica (LAQFA), situado no Rio de Janeiro.
Durante o encontro com os líderes palestinos, o ministro Celso Amorim ressaltou a necessidade do cumprimento da resolução do Conselho de Segurança da ONU, aprovada no dia 8, pelo imediato cessar-fogo e a abertura de passagens na fronteira para a ajuda humanitária aos milhares de palestinos vítimas dos ataques israelenses. “A tarefa mais urgente neste momento é obter um cessar-fogo”, ressaltou Amorim.
O chanceler brasileiro iniciou no domingo, dia 11, viagem pelo Oriente Médio para ajudar a estabelecer o fim do genocídio na Faixa de Gaza. Em Damasco, na Síria, ele se reuniu com o presidente do país Bashar al Assad. No mesmo dia, o ministro brasileiro esteve com a chanceler israelense, Tzipi Livni.
C/ Agências
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, durante reunião, nesta segunda-feira (12), com o primeiro-ministro da Autoridade Nacional Palestina, Salam Fayyad, e com o ministro dos Negócios Estrangeiros, Riad Malki, em Ramallah, na Cisjordânia.“O povo palestino, mulheres, crianças, todo dia têm morrido, isso tem que parar rapidamente, essa é a opinião de toda a comunidade internacional”.
Na madrugada do dia 11, o avião da Força Aérea Brasileira (FAB), com 14 toneladas de alimentos e remédios para os palestinos vítimas do exército israelense na Faixa de Gaza, chegou à cidade de Amã, na Jordânia, no aeroporto internacional de Marka. De Amã, o material será transportado, via terrestre, até a área atingida pelos bombardeios pela Associação Hashemita de Caridade, organização ligada ao governo jordaniano.
“Esta doação é um gesto, fundamentalmente, de solidariedade materializada do povo brasileiro a essas pessoas que estão em grande dificuldade”, disse o embaixador brasileiro em Amã, Fernando José Marroni de Abreu.
Entre os alimentos, estão leite, macarrão e sardinha. Da carga de remédios fazem parte medicamentos de reidratação oral, ansiolíticos e analgésicos. Desse volume, três toneladas foram produzidas pelo Laboratório Químico-Farmacêutico da Aeronáutica (LAQFA), situado no Rio de Janeiro.
Durante o encontro com os líderes palestinos, o ministro Celso Amorim ressaltou a necessidade do cumprimento da resolução do Conselho de Segurança da ONU, aprovada no dia 8, pelo imediato cessar-fogo e a abertura de passagens na fronteira para a ajuda humanitária aos milhares de palestinos vítimas dos ataques israelenses. “A tarefa mais urgente neste momento é obter um cessar-fogo”, ressaltou Amorim.
O chanceler brasileiro iniciou no domingo, dia 11, viagem pelo Oriente Médio para ajudar a estabelecer o fim do genocídio na Faixa de Gaza. Em Damasco, na Síria, ele se reuniu com o presidente do país Bashar al Assad. No mesmo dia, o ministro brasileiro esteve com a chanceler israelense, Tzipi Livni.
C/ Agências
07/01/2009
Ação do governo estanca crise e indústria automotiva bate recorde de vendas em 2008
Ação do governo estanca crise e indústria automotiva bate recorde de vendas em 2008
O ano de 2008 fecha como o melhor da história da indústria automobilística nacional, com 4.849.497 unidades de automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motos e implementos rodoviários vendidos. Os números foram divulgados nesta terça-feira (6) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
O desempenho revela que o boom do setor de janeiro a outubro deste ano equilibrou o resultado da crise refletida mais intensamente a partir de novembro, mês no qual a queda nas vendas foi de 22,28%.
Tal recuperação é reflexo das medidas de ajuda do governo ao setor, como a liberação de crédito ao mercado no momento em que as incertezas da crise fizeram com que os bancos “segurassem” o dinheiro para o financiamento de veículos novos e usados. Outra medida positiva foi a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados, o IPI, sobre o valor dos automóveis, fazendo com que o preço do carro popular, por exemplo, recuasse em média de R$ 2 mil.
O crescimento ao longo de todo ano de 2008 foi de 14,15% em relação a 2007, quando foram comercializadas 4.248. 275 unidades. Ao destacar somente o segmento de automóveis e comerciais leves, o crescimento foi de 14%, saltando de 2,3 milhões para 2,6 milhões.
"O resultado foi muito melhor do que a gente podia imaginar há 90 dias. A queda começou entre outubro e novembro e a ameaça era de que dezembro fosse pior que novembro. A gente esperava uma previsão de queda de 19% em 2009 em relação a 2008 e de 7% em relação a 2007. Agora, a gente já espera crescimento de 3,13% em 2009 em relação ao ano passado”, afirma Sérgio Reze, presidente da Fenabrave.
A previsão pessimista tinha fundamento, já que a venda de veículos em dezembro despencou 16,39% em relação ao mesmo período de 2007. Ainda assim, com a retomada no ritmo de vendas, o mês fechou em alta de 11,54%, quando saíram das concessionárias 345.447 veículos.
O mundo em crise
A crise mundial puxou a produção de veículos de veículos no mundo e afetou todos os investimentos feitos até então. Nos Estados Unidos, as vendas da Ford Motor caíram 31,7% em relação a 2007. Já as da GM despencaram 23%. Para a Toyota, o declínio foi de 16%, para 2,22 milhões de unidades. Nesta terça-feira (6), a montadora japonesa anunciou que vai interromper as fábricas no país por onze dias entre fevereiro e março por conta do acentuado declínio nas vendas nos Estados Unidos.
Automóveis e comerciais leves
No mês de dezembro, foram vendidas no mercado brasileiro 183.919 unidades de automóveis e comerciais leves. A expansão é de 13,6% em relação ao mês de novembro, quando foram comercializadas 166.279 unidades.
Apesar disso, a diferença em relação a dezembro de 2007 – início do boom das vendas no setor – é grande e chega a 20,49%. No período, foram vendidas 231.314 unidades.
Portal PT
O ano de 2008 fecha como o melhor da história da indústria automobilística nacional, com 4.849.497 unidades de automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motos e implementos rodoviários vendidos. Os números foram divulgados nesta terça-feira (6) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
O desempenho revela que o boom do setor de janeiro a outubro deste ano equilibrou o resultado da crise refletida mais intensamente a partir de novembro, mês no qual a queda nas vendas foi de 22,28%.
Tal recuperação é reflexo das medidas de ajuda do governo ao setor, como a liberação de crédito ao mercado no momento em que as incertezas da crise fizeram com que os bancos “segurassem” o dinheiro para o financiamento de veículos novos e usados. Outra medida positiva foi a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados, o IPI, sobre o valor dos automóveis, fazendo com que o preço do carro popular, por exemplo, recuasse em média de R$ 2 mil.
O crescimento ao longo de todo ano de 2008 foi de 14,15% em relação a 2007, quando foram comercializadas 4.248. 275 unidades. Ao destacar somente o segmento de automóveis e comerciais leves, o crescimento foi de 14%, saltando de 2,3 milhões para 2,6 milhões.
"O resultado foi muito melhor do que a gente podia imaginar há 90 dias. A queda começou entre outubro e novembro e a ameaça era de que dezembro fosse pior que novembro. A gente esperava uma previsão de queda de 19% em 2009 em relação a 2008 e de 7% em relação a 2007. Agora, a gente já espera crescimento de 3,13% em 2009 em relação ao ano passado”, afirma Sérgio Reze, presidente da Fenabrave.
A previsão pessimista tinha fundamento, já que a venda de veículos em dezembro despencou 16,39% em relação ao mesmo período de 2007. Ainda assim, com a retomada no ritmo de vendas, o mês fechou em alta de 11,54%, quando saíram das concessionárias 345.447 veículos.
O mundo em crise
A crise mundial puxou a produção de veículos de veículos no mundo e afetou todos os investimentos feitos até então. Nos Estados Unidos, as vendas da Ford Motor caíram 31,7% em relação a 2007. Já as da GM despencaram 23%. Para a Toyota, o declínio foi de 16%, para 2,22 milhões de unidades. Nesta terça-feira (6), a montadora japonesa anunciou que vai interromper as fábricas no país por onze dias entre fevereiro e março por conta do acentuado declínio nas vendas nos Estados Unidos.
Automóveis e comerciais leves
No mês de dezembro, foram vendidas no mercado brasileiro 183.919 unidades de automóveis e comerciais leves. A expansão é de 13,6% em relação ao mês de novembro, quando foram comercializadas 166.279 unidades.
Apesar disso, a diferença em relação a dezembro de 2007 – início do boom das vendas no setor – é grande e chega a 20,49%. No período, foram vendidas 231.314 unidades.
Portal PT
02/01/2009
Um País Seguro - Bovespa dispara 7% no primeiro pregão de 2009
A Bolsa de Valores de São Paulo (BM&F Bovespa) fechou nesta sexta-feira o primeiro pregão de 2009 em intensa valorização dos papéis negociados. O principal índice o Ibovespa encerrou o dia com elevação expressiva de 7,17%, aos 40.244 pontos.
Com volume de R$ 2,21 bilhões. As mais valorizadas foram:
Embraer On (15,66%), Gafisa On (11,53%) e ItauBanco PN (11,03%).
Dólar fechou o pregão a R$ 2,333.
A Bolsa de Valores abriu esta sexta-feira já em forte alta. Nas primeiras duas horas do primeiro pregão do ano, o Ibovespa subia mais de 3% e chegava aos 38.800 pontos. As ações da Embraer, com alta de quase 9%, já eram as que apresentavam a maior valorização.
C/ AGÊNCIAS
Com volume de R$ 2,21 bilhões. As mais valorizadas foram:
Embraer On (15,66%), Gafisa On (11,53%) e ItauBanco PN (11,03%).
Dólar fechou o pregão a R$ 2,333.
A Bolsa de Valores abriu esta sexta-feira já em forte alta. Nas primeiras duas horas do primeiro pregão do ano, o Ibovespa subia mais de 3% e chegava aos 38.800 pontos. As ações da Embraer, com alta de quase 9%, já eram as que apresentavam a maior valorização.
C/ AGÊNCIAS
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