02/09/2011

Publicações estrangeiras erraram em suas avaliações sobre o Brasil

O Brasil precisa tomar medidas para crescimento de 4% ao ano... A imprensa internacional precisa cobrir melhor o Brasil. Entender o que se passa por aqui. A revista britânica The Economist, o jornal também do Reino Unido Financial Timese o diário americano The Wall street Journal fizeram coro hoje sobre a suposta possibilidade de o Banco Central ter sofrido ingerência de outras áreas do governo.

A presidenta Dilma Rousseff soube resumir bem a questão. "Pelo COPOM (Conselho de Política Monetária do Banco Central) responde o COPOM. Eu me rsponsabilizo pelo govero", disse ela. Só pode ser uma piada publicações americanas e inglesas falarem em ingerência do governo na redução pelo Banco Central brasileiro da taxa Selic.

Na crise de 2008 e 2009 - e até hoje - os governos desses países ditam a política monetária e emitem moeda como água. Inundaram o mercado e a economia, impuseram aos seus respectivos BC a política que bem entenderam, mudando ate o caráter e o papel dessas instituições.

O que querem estas publicações?

Mas o que querem essas publicações? Que o Brasil assista impávido o relaxamento monetário e a previsão de juros norte-americanos de 0,25% até 2013 sem reagir com medidas de proteção para sua economia e sua moeda?

Erraram na sua avaliação sobre nosso Governo e País. Frente às previsões pessimistas e aos dados do semestre da economia norte-americana para 2011 e 2012, abaixo de todas projeções do governo e do mercado, com a persistência do desemprego em torno de 9%, é que temos de tomar medidas para sustentar nosso crescimento em 4%.

O crescimento, aliás, é possível, como demonstra o aumento das exportações, projeção de US$ 257 bilhões este ano, com um superávit comercial de US$ 27 bilhões em perspectiva. Esta é uma demonstração cabal da força de nossa economia, apesar da desaceleração do crescimento mundial e da valorização do real.

Da web

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